Aula de português

A linguagem na ponta língua,
tão fácil de falar e de entender.

A linguagem
na superfície estrelada de letras,
sabe lá o que ela quer dizer?
(...)
O português são dois; o outro, mistério.

Carlos Drummond de Andrade

sábado, 5 de junho de 2010

Correção - Televisão(apostila)

Olá pessoal,
Sergue a correção da apostila "Televisão", visto que nao poderemos corrigir devido ao tempo que extrapolou.
1- Assim como a televisão deixou o eu-lirico da música burro, ,sem perceber a diferença entre as coisas reais e virtuais, a família está em frente à televisão sem perceber que sua programação é um "lixo", sem qualidade e apelativa muitas vezes.

2- A Tv deixa as pessoas burras e sem raciocinio, reduzindo o rendimento escolar quanto mais tempo se expõe a ela.
3- a pessoa que assiste é atraído pela tv e fica preso a suas porogramações.
4- Capturar quer dizer ser apriosionado pelas programações, sem ter vontade propria, sendo manipulado por ela.
5- a
6- Existe muito lico na TV e nós vemos e achamos o máximo, sem questionar sua qualidade.
7-
A) A tira de Calvin melhor se relaciona com o texto IV na medida em que este cita sobre o desgaste da capacidade do telespectador ver o novo e se admirar com o mundo real.
B)Pessoal
C) Pessoal

domingo, 9 de maio de 2010

Quanta discriminação!

Discriminação
Homem negro é assassinado ao tentar entrar no banco

31 de dezembro de 2006

Trabalhador negro é executado por segurança ao ser barrado na porta de uma agência do banco Itaú no Rio
O jornaleiro Jonas Eduardo Santos de Souza, , foi executado na última sexta-feira à queima roupa com um tiro no peito disparado pelo segurança da agência do banco Itaú Natalício de Souza Marins, localizada no centro do Rio de Janeiro.

Pessoas que acompanharam o ocorrido dizem que Jonas foi barrado na porta do estabelecimento, obrigado a tirar alguns objetos do bolso e, depois de obedecer ao pedido, recusou-se em tirar o cinto e a calça, exigência feita pelo segurança logo em seguida.

Segundo as testemunhas, após uma discussão dentro da agência, Jonas e o funcionário começaram a se agredir. Logo depois Jonas foi executado com um tiro no peito. Os familiares da vítima questionam o fato de o gerente da agência não ter tomado uma atitude ao ver Jonas sendo exposto ao absurdo constrangimento. Jonas era correntista da agência há 10 anos e já reclamava dos abusos do segurança que o matou. O gerente do banco ainda exigiu uma prova para constatar que a vítima era mesmo cliente do banco.

O advogado Humberto Adami convocou uma manifestação na última sexta-feira, com a família da vítima e com as entidades do movimento negro do Rio.

Os manifestantes foram para frente da agência do banco Itaú protestar, no mesmo instante que a família de Jonas distribuía cartas, explicando para a população em detalhes o fato ocorrido e as humilhações que Jonas sofreu, além do fato de o assassino não ter sido afastado do trabalho. A família reivindica a prisão imediata do responsável, que aguarda o julgamento em liberdade.

Nenhum funcionário do banco recebeu os manifestantes. Para dar continuidade à ação, foi marcada uma reunião no próximo dia três de janeiro no Sindicato dos Bancários do Rio para discutir a proposta de paralisar a agência quando se completar 30 dias da morte de Jonas.

Mesmo o segurança da agência sendo negro, a família de Jonas o acusa de racismo.

Provavelmente se fosse um homem branco e bem vestido, este sequer seria parado na porta do banco como Jonas foi. Isso é mais do que suficiente para comprovar que os negros são os mais visados, independente do local onde estiverem.,

A raça oprimida

Nesta unidade estudaremos um pouco sobre poemas românticos. E para começar com grande estilo, nada melhor do que a poesia engajada de CASTRO ALVES. Achei uma notícia interessante sobre a discrimanação racial e um poema também. Curtam sem moderação!!!
Fênix
Basta!
Chega de tentar nos induzir,
de tentar nos enganar,
de querer nos conduzir,
nos separar;
já não há porque mentir
nem mais razão para esconder
esse sorriso atravessado
de escárnio
em nossas costas esses dentes,
essas presas sempre prontas,
prontas para esfolar.
Nada há de novo sob o sol;
nada além de umas carcaças,
secos Fênix de uma raça
que suposta oprimida,
feito um sonho e pesadelo,
bem um sonho e pesadelo,
renasce para gritar.
Desde que os servos
vindos da noite
não ameacem o reinado,
senhor,
há uma grande união;
desde que os servos
vindos da noite
não disputem o seu pão,
meu senhor,
há uma grande união.
Cuide
que de fora desse circo,
lá de fora, sob o sol,
ou entre o arco do poente,
há cabeças, há carcaças,
cinzas Fênix de uma raça
que suposta oprimida,
feito um sonho e pesadelo,
bem um sonho e pesadelo,
renasce para lutar.

Paulo Colina


Quanta discriminação!

Discriminação
Homem negro é assassinado ao tentar entrar no banco

31 de dezembro de 2006

Trabalhador negro é executado por segurança ao ser barrado na porta de uma agência do banco Itaú no Rio

O jornaleiro Jonas Eduardo Santos de Souza, , foi executado na última sexta-feira à queima roupa com um tiro no peito disparado pelo segurança da agência do banco Itaú Natalício de Souza Marins, localizada no centro do Rio de Janeiro.

Pessoas que acompanharam o ocorrido dizem que Jonas foi barrado na porta do estabelecimento, obrigado a tirar alguns objetos do bolso e, depois de obedecer ao pedido, recusou-se em tirar o cinto e a calça, exigência feita pelo segurança logo em seguida.

Segundo as testemunhas, após uma discussão dentro da agência, Jonas e o funcionário começaram a se agredir. Logo depois Jonas foi executado com um tiro no peito. Os familiares da vítima questionam o fato de o gerente da agência não ter tomado uma atitude ao ver Jonas sendo exposto ao absurdo constrangimento. Jonas era correntista da agência há 10 anos e já reclamava dos abusos do segurança que o matou. O gerente do banco ainda exigiu uma prova para constatar que a vítima era mesmo cliente do banco.

O advogado Humberto Adami convocou uma manifestação na última sexta-feira, com a família da vítima e com as entidades do movimento negro do Rio.

Os manifestantes foram para frente da agência do banco Itaú protestar, no mesmo instante que a família de Jonas distribuía cartas, explicando para a população em detalhes o fato ocorrido e as humilhações que Jonas sofreu, além do fato de o assassino não ter sido afastado do trabalho. A família reivindica a prisão imediata do responsável, que aguarda o julgamento em liberdade.

Nenhum funcionário do banco recebeu os manifestantes. Para dar continuidade à ação, foi marcada uma reunião no próximo dia três de janeiro no Sindicato dos Bancários do Rio para discutir a proposta de paralisar a agência quando se completar 30 dias da morte de Jonas.

Mesmo o segurança da agência sendo negro, a família de Jonas o acusa de racismo.

Provavelmente se fosse um homem branco e bem vestido, este sequer seria parado na porta do banco como Jonas foi. Isso é mais do que suficiente para comprovar que os negros são os mais visados, independente do local onde estiverem.,

quarta-feira, 5 de maio de 2010

CITAÇÃO BELÍSSIMA DE EINSTEN

"...E nunca considerem seu estudo como uma obrigação, mas sim como uma oportunidade invejável de aprender, sobre a influência libertadora da beleza no domínio do espírito, para seu prazer pessoal e para o proveito da comunidade à qual pertencerá o seu trabalho futuro." Albert Einstein

Cálice- Chico Buarque

Cálice

Chico Buarque

Composição: Chico Buarque e Gilberto Gil
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue...(2x)
Como beber
Dessa bebida amarga
Tragar a dor
Engolir a labuta
Mesmo calada a boca
Resta o peito
Silêncio na cidade
Não se escuta
De que me vale
Ser filho da santa
Melhor seria
Ser filho da outra
Outra realidade
Menos morta
Tanta mentira
Tanta força bruta...
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue...
Como é difícil
Acordar calado
Se na calada da noite
Eu me dano
Quero lançar
Um grito desumano
Que é uma maneira
De ser escutado
Esse silêncio todo
Me atordoa
Atordoado
Eu permaneço atento
Na arquibancada
Prá a qualquer momento
Ver emergir
O monstro da lagoa...
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue...
De muito gorda
A porca já não anda
(Cálice!)
De muito usada
A faca já não corta
Como é difícil
Pai, abrir a porta
(Cálice!)
Essa palavra
Presa na garganta
Esse pileque
Homérico no mundo
De que adianta
Ter boa vontade
Mesmo calado o peito
Resta a cuca
Dos bêbados
Do centro da cidade...
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue...
Talvez o mundo
Não seja pequeno
(Cálice!)
Nem seja a vida
Um fato consumado
(Cálice!)
Quero inventar
O meu próprio pecado
(Cálice!)
Quero morrer
Do meu próprio veneno
(Pai! Cálice!)
Quero perder de vez
Tua cabeça
(Cálice!)
Minha cabeça
Perder teu juízo
(Cálice!)
Quero cheirar fumaça
De óleo diesel
(Cálice!)
Me embriagar
Até que alguém me esqueça
(Cálice!)

ANÁLISE DA MÚSICA CÁLICE

ANALISE DAS METAFORAS DA MUSICA CALICE 


“Cálice” uma das músicas mais panfletárias do Chico Buarque, somando-se o fato dele ter como parceiro a genialidade do Gil, fizeram uma grande obra. A análise é extensa por conta de que todos os versos vêm imbuídos de metáforas usadas para contar o drama da tortura no Brasil no período da ditadura militar.

(Pai, afasta de mim esse cálice)
Sintetiza uma súplica por algo que se deseja ver à distância. Boa parte da música faz uma analogia entre a Paixão de Cristo e o sofrimento vivido pela população aterrorizada com o regime autoritário. O refrão faz uma alusão à agonia de Jesus no calvário, mas a ambigüidade da palavra “cálice” em relação ao imperativo “cale-se”, remete à atuação da censura.

(De vinho tinto de sangue)
O “cálice” é um objeto que contém algo em seu interior. Na Bíblia esse conteúdo é o sangue de Cristo, na música é o sangue derramado pelas vítimas da repressão e torturas.

(Como beber dessa bebida amarga)
A metáfora do verso remete à dificuldade de aceitar um quadro social em que as pessoas eram subjugadas de forma desumana.

(Tragar a dor, engolir a labuta)
Significa a imposição de ter que agüentar a dor e aceitá-la como algo banal e corriqueiro. “Engolir a labuta” significa ter que aceitar uma condição de trabalho subumana de forma natural e passiva.

(Mesmo calada a boca, resta o peito)
Os poetas afirmam que mesmo a pessoa tendo a sua liberdade de pronunciar-se cerceada, ainda lhe resta o seu desejo, escondido e inviolável dentro do seu peito.

(Silêncio na cidade não se escuta)
O silêncio está metaforicamente relacionado à censura, que, desta forma, é entendida como uma quimera, um absurdo inexistente, porque, na medida em que o silêncio não se escuta, o silêncio não existe.

(De que me vale ser filho da santa / Melhor seria ser filho da outra)
Não fugindo à temática da religião, Chico e Gil usam de metáforas para mostrar suas descrenças naquele regime político e rebaixam a figura da “pátria mãe” à condição inferior a de uma “prostituta”, termo que fica subentendido na palavra “outra”.

(Outra realidade menos morta)
Seria uma outra realidade, na qual os homens não tivessem sua individualidade e seus direitos anulados.

(Tanta mentira, tanta força bruta)
O regime militar propagandeava que o país vivia um “milagre econômico” e todos eram obrigados a aceitar essa realidade como uma verdade absoluta.

(Como é difícil acordar calado / se na calada da noite eu me dano)
O eu-lírico admite a dificuldade de aceitar passivamente as imposições do regime, principalmente diante das torturas e pressões que eram realizadas à noite. Tudo era tão reprimido que necessitava ser feito às escondidas, de forma clandestina.

(Quero lançar um grito desumano / que é uma maneira de ser escutado)
Talvez porque ninguém escutasse as mensagens lançadas por vias pacíficas e ordeiras, uma das possibilidades, por conta de tanto desespero, seria partir para o confronto.

(Esse silêncio todo me atordoa)
Esse verso denuncia os métodos de torturas e repressão, utilizados para conseguir o silêncio das vítimas, fazendo-as perderem os sentidos.

(Atordoado, eu permaneço atento)
Mesmo atordoado o eu-lírico permanece atento, em estado de alerta para o fim dessa conjuntura, como se estivesse esperando um espetáculo que estaria por vir.

(Na arquibancada, pra a qualquer momento ver emergir o monstro da lagoa)
Entretanto, o espetáculo pode ser, ironicamente, somente o surgimento de mais um mecanismo de imposição de poder do regime, representado pelo monstro da lagoa.

(De muito gorda a porca já não anda)
Essa “porca” refere-se ao sistema ditatorial, que, de tão corrupto e ineficiente, já não funcionava. O porco também é um símbolo da gula, que está entre os sete pecados capitais, retomando a temática de religiosidade e elementos católicos.

(De muito usada a faca já não corta)
Demonstra inoperância, ou seja, mostra o desgaste de uma ferramenta política utilizada à exaustão.

(Como é difícil, pai, abrir a porta)
É expresso o apelo para que sejam diminuídas as dificuldades, mas ao mesmo tempo apresenta a tarefa como sendo muito difícil. A porta representa a saída de um contexto violento. Biblicamente, sinaliza um novo tempo.

(Essa palavra presa na garganta)
É a dificuldade para encontrar a liberdade, a livre expressão. É o desejo de falar, contar e descrever a todos a repressão que está sendo imposta.

(Esse pileque homérico no mundo)
Refere-se ao desejo de liberdade contido no peito de cada cidadão dos países vivendo sob os vários regimes autoritários existentes no mundo.

(De que adianta ter boa vontade)
É um autoquestionamento sobre a ânsia de lutar pela liberdade, uma vez que o mundo estava ao avesso. Refere-se a uma frase bíblica: “paz na terra aos homens de boa vontade”.

(Mesmo calado o peito resta a cuca dos bêbados do centro da cidade)
Mesmo sem liberdade o homem não perde a mente e pode continuar pensando.

(Talvez o mundo não seja pequeno nem seja a vida um fato consumado)
A partir deste verso o eu-lírico sugere a possibilidade de a realidade vir a ser diferente, renovando suas esperanças.

(Quero inventar o meu próprio pecado)
Expressa a vontade de libertar-se da imposição do erro por outros para recriar suas próprias regras e definir por si só, quais são seus erros, sem que outros o apontem. Tem o significado de estar fora da lei. O verbo aproxima-se do desejo urgente e real de liberdade.

(Quero morrer do meu próprio veneno)
Neste verso está implícito que ele deseja ser punido pelos erros que ele vier a praticar seguindo o seu livre-arbítrio, e não, tendo seu desejo cerceado, punido por erros que o sistema acha que ele poderá vir a cometer.

(Quero perder de vez tua cabeça / minha cabeça perder teu juízo)
Traz a idéia de que o eu-lírico deseja ter seu próprio juízo e não o do poder repressor. Quer decapitar a cabeça da ditadura e libertar-se do juízo imposto por ela, para ser dono de suas próprias idéias.

(Quero cheirar fumaça de óleo diesel / me embriagar até que alguém me esqueça)
Para encerrar, Chico e Gil usaram uma imagem forte das táticas de tortura. Para fazer com que os subjugados perdessem a noção da realidade, dentro da sala os repressores queimavam óleo diesel, cuja fumaça deixava-os embriagados. Entretanto, os subjugados também possuíam táticas antitortura, e uma das artimanhas era justamente fingir-se desmaiado, pois, enquanto nesta condição, não eram molestados pelos torturadores.

AUTOR = Sérgio Soeiro 

REVISTA LITERÁRIA1

http://issuu.com/islene/docs/memorial_da_literatura

REVISTA LITERÁRIA1

sábado, 10 de abril de 2010

EDITORIAL

O VALOR DA EDUCAÇÃO

País precisa pagar mais e atrair talentos para o ensino público, mas seis Estados descumprem piso salarial do professor

A EDUCAÇÃO básica já ocupa lugar de destaque na agenda nacional. Embora tardia, a prioridade que vem sendo conferida à formação e à qualificação dos 48 milhões de brasileiros em idade escolar se reflete no aumento paulatino da parcela do PIB investida no setor. De 3,9% em 2000, alcançou-se a marca de 4,7% em 2008, ou R$ 140 bilhões, já perto de cumprir a meta simbólica de 5% neste ano.

Não basta, contudo, aumentar as verbas da educação para aplicar-lhe essa espécie de choque de compromisso com a qualidade que se faz necessário. É crucial trabalhar com metas mensuráveis, como as cinco lançadas pelo Movimento Todos pela Educação, com prazo para 2022, e endossadas por estaFolha em 2007: todas as crianças e jovens de 4 a 17 anos na escola; toda criança plenamente alfabetizada até os 8 anos; todo aluno com aprendizado adequado à sua série; todo jovem com o ensino médio concluído até os 19 anos; e investimento em educação ampliado e bem gerido.

Por ora, melhorou mais a qualidade das estatísticas do que os indicadores que delas derivam. O país possui hoje 91% de crianças e jovens na escola, uma taxa razoável. Menos de um terço, porém, demonstra ter aprendido o conteúdo esperado na série em que se encontra.

A situação alcança o limiar da emergência no caso da matemática ao final do ensino médio: só 9,8% dos estudantes sabem o que deveriam saber. A formação secundária, mínimo esperado para as necessidades técnicas do desenvolvimento nacional, só é completada por 45% dos jovens de 19 anos (idade correta para concluir o ensino médio). E não se criou, até o presente, instrumento confiável para aferir a alfabetização efetiva até 8 anos.

Além disso, a intenção de dotar todos os professores de diploma universitário está longe de realizar-se. Os percentuais se aproximam do satisfatório apenas no ensino médio (95%) e fundamental 2 (85%). No fundamental 1, há meros 58%.

Países que deram um salto na educação, como Coreia do Sul, assumiram a prioridade de recrutar docentes entre os melhores profissionais formados pelas universidades. Pode-se reformar de tudo no ensino, mas ele jamais será de qualidade sem bons professores. E estes não serão atraídos por salários medíocres.

Lei sancionada em 2008 fixou um piso salarial nacional para docentes, hoje no valor de R$ 1.024,67 (inferior até à renda média do Brasil, R$ 1.117,95). No entanto, seis Estados (GO, TO, RO, CE, PE e RS) ainda pagam salários aquém disso. Sobre as escolas municipais não há dados, mas se presume que a situação seja ainda mais grave.

A educação brasileira não sairá do buraco em que se encontra enquanto a sociedade e os governantes por ela eleitos não se convencerem de que ser professor não é sacerdócio, mas profissão absolutamente estratégica para o desenvolvimento do país.
fOLHA de São Paulo

REPORTAGEM

05/04/2010 - 16h22
Cantor Netinho reclama de reportagem da Globo que o "tirou do armário"
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da Folha Online

O cantor de axé Netinho, que em 2008 havia revelado ser bissexual, reclamou hoje em seu blog oficial da edição de uma reportagem exibida no domingo (4) no "Fantástico", da Globo.

O cantor de axé Netinho, que reclamou da edição de uma reportagem do "Fantástico", na qual foi comparado a Ricky Martin
O cantor de axé Netinho, que reclamou na internet da edição de uma reportagem do "Fantástico", na qual foi comparado a Ricky Martin

Na reportagem, ele foi comparado ao cantor Ricky Martin, que revelou ser homossexual na semana passada.

"Lamentável a pobre edição que fizeram da entrevista que dei a Renata Ceribelli", afirmou. "O programa desperdiçou uma bela oportunidade de aprofundar o assunto sem ser tão superficial como foi diante de tanta coisa bacana que eu falei."

Segundo ele, o motivo de ter dado a entrevista foi "poder passar a minha experiência e visão sobre o assunto".

Ele afirma que disse na entrevista que viveu uma "experiência" com uma pessoa do mesmo sexo, mas que hoje seu amor e seu desejo "podem estar direcionados a uma pessoa do sexo oposto e amanhã a uma do mesmo sexo".

"Nunca falei em lugar algum que sou 'gay' pois não gosto da conotação que esta palavra tem aqui no Brasil. E não gosto de me rotular. Em nada. Não sinto que tenho que me situar numa categoria."

"Aquilo que todos chamamos de orientação sexual deveria ser antes chamada de orientação afetiva", defende.

Noticia

Chuvas já deixam mais de 220 mortos no estado do Rio

Mais de 52 mil pessoas estão fora de casa por causa das tempestades.
Defesa Civil continua em estado de atenção no Rio.

Do G1, no Rio

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O Corpo de Bombeiros informou que chega a 223 o número de mortos no estado do Rio por causa da chuva.



Apenas em Niterói, na Região Metropolitana, são 140 vítimas fatais, 31 mortos no Morro do Bumba. No município do Rio, são 63 vítimas fatais, 28 delas no Morro dos Prazeres.

Em São Gonçalo, também na Região Metropolitana, são 16 mortos. Também foram registradas vítimas fatais em Magé, Nilópolis, Paracambi e Petrópolis.


Mais de 52 mil sem casa

A pior chuva dos últimos 44 anos no Rio já deixou 40.482 desalojados em todo o estado, segundo a Defesa Civil. De acordo com boletim divulgado na manhã deste sábado (10), outras 11.562 pessoas estão desabrigadas. O órgão continua em estado de atenção, com previsão de chuvas leves e moderadas durante o dia e a noite deste sábado.

Ainda segundo o boletim da Defesa Civil, Niterói possui 1.069 desalojados e 1.272 desabrigados. Na capital, são 1.410 desalojados e 544 desabrigados. O número de desalojados e desabrigados no município de São Gonçalo, na Região Metropolitana, chega a 36.450 e 8.718, respectivamente.


Veja a cobertura completa das chuvas no Rio
Outros municípios que registraram desalojados e desabrigados foram: Mangaratiba, Rio Bonito, Itaboraí, Guapimirim, Araruama, Seropédica, Petrópolis, Maricá, Tanguá, São Pedro da Aldeia, Saquarema, Magé, Iguaba Grande, Queimados e Cachoeiras de Macacu.

O sábado começou com sol em grande parte do estado, mas ainda há muitas nuvens por causa dos ventos úmidos que chegam do mar. Mesmo com tempo bom, a previsão para esta tarde é de pancadas de chuva principalmente na Região Serrana. Nas demais regiões do estado, a previsão é de muita nebulosidade e possibilidade de chuva.

Tragédia em Niterói

Uma vítima do deslizamento no Morro do Bumba, resgatada ainda na terça-feira (6) no local, morreu neste sábado (10) no hospital Azevedo Lima. A Defesa Civil confirmou a informação. As equipes de resgate seguem no trabalho de buscas corpos ou sobreviventes.

Bombeiros que fazem os resgates de corpos em Niterói informaram que foi encontrado mais um corpo sob a terra que deslizou. As equipes de resgate encontraram durante a madrugada deste sábado (10) mais dois corpos no Morro do Bumba, em Niterói, Região Metropolitana do Rio.

Ajuda do governo federal

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, anunciou na sexta-feira (9) a liberação de uma linha de crédito para prefeituras que decretaram situação de emergência e estado de calamidade pública. Segundo Lupi, o crédito pode chegar a R$ 1 bilhão, com juros de 3%, pelo programa Pró-Moradia Emergencial, com um prazo de financiamento de até 30 anos.



De acordo com o ministro, as prefeituras do Rio, de Niterói e de São Gonçalo, na Região Metropolitana, estão aptas a receber o dinheiro, contanto que apresentem projetos de construção de casas.

Saque do FGTS
O ministro também afirmou que o saque do FGTS para quem foi atingido pela chuva pode ser sacado já na segunda-feira (12). Lupi disse que há um limite de R$ 4,6 mil para o saque.

Lupi informou que, na tragédia em Santa Catarina, 95% dos atingidos sacaram o dinheiro.

O ministro estava acompanhado do prefeito do Rio Eduardo Paes, que reafirmou que a prefeitura vai retirar famílias de áreas de risco.

Paes disse que os R$ 90 milhões que o governo federal disponibilizou ainda não estão em uso, mas que as obras emergenciais, onde o dinheiro será empregado, já estão sendo feitas. Ele deu como exemplo a desobstrução da Estrada da Grota Funda.


Doações
Ampliar Foto Foto: Divulgação/Guarda Municipal Foto: Divulgação/Guarda Municipal
A Guarda Municipal já arrecadou 15 toneladas de doações (Foto: Divulgação/Guarda Municipal)

Os moradores do Rio e de Niterói atenderam aos pedidos por donativos para os desabrigados e desalojados pelas enchentes e deslizamento ocorridos nesta semana. Ao todo, foram doadas até agora cerca de 48 toneladas de alimentos, água potável, produtos de higiene, fraldas, cobertores e roupas.

Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS) do Rio de Janeiro informou que já foram arrecadadas 20 toneladas de doações para as vítimas das enchentes e deslizamentos nos postos de recolhimento.

Artigo-modelo

Segue um artigo da Olimpíada de Lingua Portuguesa para  lhes ajudar.



Corrupção cultural ou organizada?
Renato Janine Ribeiro

Precisamos evitar que a necessária indignação com as microcorrupções “culturais” nos leve a ignorar a grande corrupção.
Ficamos muito atentos, nos últimos anos, a um tipo de corrupção que é muito frequente em nossa sociedade: o pequeno ato, que muitos praticam, de pedir um favor, corromper um guarda ou, mesmo, violar a lei e o bem comum para obter uma vantagem pessoal. Foi e é importante prestar atenção a essa responsabilidade que temos, quase todos, pela corrupção política — por sinal, praticada por gente eleita por nós.
Esclareço que, por corrupção, não entendo sua definição legal, mas ética. Corrupção é o que existe de mais antirrepublicano, isto é, mais contrário ao bem comum e à coisa pública. Por isso, pertence à mesma família que trafegar pelo acostamento, furar a fila, passar na frente dos outros. Às vezes é proibida por lei, outras, não.
Mas, aqui, o que conta é seu lado ético, não legal. Deputados brasileiros e britânicos fizeram despesas legais, mas não éticas. É desse universo que trato. O problema é que a corrupção “cultural”, pequena, disseminada — que mencionei acima — não é a única que existe. Aliás, sua existência nos poderes públicos tem sido devassada por inúmeras iniciativas da sociedade, do Ministério Público, da Controladoria Geral da União (órgão do Executivo) e do Tribunal de Contas da União (que serve ao Legislativo).
Chamei-a de “corrupção cultural” pois expressa uma cultura forte em nosso país, que é a busca do privilégio pessoal somada a uma relação com o outro permeada pelo favor. É, sim, antirrepublicana. Dissolve ou impede a criação de laços importantes. Mas não faz sistema, não faz estrutura.
Porque há outra corrupção que, essa, sim, organiza-se sob a forma de complô para pilhar os cofres públicos — e mal deixa rastros. A corrupção “cultural” é visível para qualquer um. Suas pegadas são evidentes. Bastou colocar as contas do governo na internet para saltarem aos olhos vários gastos indevidos, os quais a mídia apontou no ano passado.
Mas nem a tapioca de R$ 8 de um ministro nem o apartamento de um reitor — gastos não republicanos — montam um complô. Não fazem parte de um sistema que vise a desviar vultosas somas dos cofres públicos. Quem desvia essas grandes somas não aparece, a não ser depois de investigações demoradas, que requerem talentos bem aprimorados — da polícia, de auditores de crimes financeiros ou mesmo de jornalistas muito especializados.
O problema é que, ao darmos tanta atenção ao que é fácil de enxergar (a corrupção “cultural”), acabamos esquecendo a enorme dimensão da corrupção estrutural, estruturada ou, como eu a chamaria, organizada.
Ora, podemos ter certeza de uma coisa: um grande corrupto não usa cartão corporativo nem gasta dinheiro da Câmara com a faxineira. Para que vai se expor com migalhas? Ele ataca somas enormes. E só pode ser pego com dificuldade.
Se lembrarmos que Al Capone acabou na cadeia por ter fraudado o Imposto de Renda, crime bem menor do que as chacinas que promoveu, é de imaginar que um megacorrupto tome cuidado com suas contas, com os detalhes que possam levá-lo à cadeia — e trate de esconder bem os caminhos que levam a seus negócios.
Penso que devemos combater os dois tipos de corrupção. A corrupção enquanto cultura nos desmoraliza como povo. Ela nos torna “blasé”. Faz-nos perder o empenho em cultivar valores éticos. Porque a república é o regime por excelência da ética na política: aquele que educa as pessoas para que prefiram o bem geral à vantagem individual. Daí a importância dos exemplos, altamente pedagógicos.
Valorizar o laço social exige o fim da corrupção cultural, e isso só se consegue pela educação. Temos de fazer que as novas gerações sintam pela corrupção a mesma ojeriza que uma formação ética nos faz sentir pelo crime em geral.
Mas falar só na corrupção cultural acaba nos indignando com o pequeno criminoso e poupando o macrocorrupto. Mesmo uma sociedade como a norte-americana, em que corromper o fiscal da prefeitura é bem mais raro, teve há pouco um governo cujo vice-presidente favoreceu, antieticamente, uma empresa de suas relações na ocupação do Iraque.
A corrupção secreta e organizada não é privilégio de país pobre, “atrasado”. Porém, se pensarmos que corrupção mata — porque desvia dinheiro de hospitais, de escolas, da segurança —, então a mais homicida é a corrupção estruturada. Precisamos evitar que a necessária indignação com as microcorrupções “culturais” nos leve a ignorar a grande corrupção. É mais difícil de descobrir. Mas é ela que mata mais gente.
Folha de S. Paulo, 28/6/2009.
Renato Janine Ribeiro, 59, é professor titular de ética e filosofia política do Departamento de Filosofia da USP. É autor, entre outras obras, de República (Publifolha. Coleção Folha Explica).


Retorno Revista

Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães
Alunas: Angélica Dias, Fábia Oliveira, Geângela Lima, Jaqueline Silva, Kivia Almeida, Thayse Teixeira.


* Independência do Brasil e a busca pela indentidade nacional.

* O bom selvagem .

Em 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga, na capital paulista, D. Pedro decide proclamar a independência do Brasil, vendo ser um dos grandes temas da Literatura Brasileira, como em outros países da América Latina, a questão da identidade nacional, a qual visa a estabelecer elementos existentes no interior da nação e uni-los em torno de uma cultura nacional. Sabemos que a Independência foi realizada ao redor dos interesses de grupos sociais.
Nesse sentido, Segundo Rousseau o bom selvagem é o homem naturalmente que é bom, nasceu bom e livre, mas sua maldade ocorre com a sociedade que em sua organização não só permite, mas impõem a servidão e a escravidão a tirania e inúmeras outras leis que privilegiam as elites dominantes em dano dos mais fracos instaurando assim a desigualdade entre os homens, enquanto seres que vivem em sociedade.
Faltou falar mais. Dá para aproveitar mais sobre o texto que vocês leram, tá muito bom, mas está pequeno e voces nao disseram qual texto é esse, de que item da revista.
Bjs

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Ser Romântico hoje, é possível?

20 Verdades sobre Ser Romântico

Vários leitores (homens) nos enviam perguntas sobre como ser romântico! Ser romântico não é tarefa fácil para muitos. Eles não compreendem, muitas vezes, o que queremos dizer quando tocamos no assunto “ser romântico”. Que mulher não adora um homem romântico? Romantismo nada tem a ver com ser grudento, bobo ou machista! Divirtam-se, garotos e se inspirem!
Veja a lista de algumas coisas que todo homem deveria saber sobre ser romântico:
1 – Amor não tem explicação. Já dizia Drummond “Amor foge a dicionários/ e a regulamentos vários” (As sem-razões do amor – Carlos Drummond de Andrade)
2 – Mulher romântica também gosta de pragmatismo. Uma coisa não anula a outra! O pragmatismo é muito bom, especialmente na hora de tomar decisões de onde sair, que lugar viajar, qual motel escolher. Ter iniciativa está muito aliado ao pragmatismo.
3 – Amamos ganhar flores. Porque alguns homens não entendem isso, hein? Gostamos de ganhar flores em datas de aniversário de namoro, dia dos namorados, mas ganhar em um dia comum (fora de datas importantes) é ainda mais emocionante! Por quê? Porque faz mexer com nossa rotina, nos faz flutuar nas nuvens e dá um “up” na vida.
4 – Adoramos cavalheirismo! Abrir porta do carro? Puxar a cadeira para que possamos sentar? Ceder lugar no ônibus para uma mulher? Quando esbarrar em alguém pedir desculpas? Carregar nossas sacolas pesadas? Abrir uma porta e nos deixar passar primeiro? Segurar a nossa mão quando estamos descendo um degrau com aquele salto? O máximo!
5 – Fazer surpresas é romântico! Surpreenda-nos com flores, com bombons, com uma declaração, com um jantar, com uma poesia, com um passeio sem destino declarado, um piquenique no parque sem sabermos, enviar uma cesta de café da manhã, comprar um vinho e chegar com o maior amor… Surpreender é conquistar dia-dia.
6 – Homens declarem-se! Amamos quando demonstram seus sentimentos. Declarar é romântico! Declare-se verbalmente, em um cartãozinho, em um recadinho, em um “post-it”, mandar um e-mail apaixonado, um sms no celular, com um papelzinho dentro da nossa bolsa. Pode ser discreto, pode ser em um helicóptero que joga flores.
7 – Jantar a luz de velas é o ápice do romantismo! Pode ser em restaurante, na nossa casa (para os casados), na casa de alguém emprestada (onde ninguém irá chegar para atrapalhar), na moradia do rapaz (se ele mora sozinho). Aonde for possível, estaremos lá felizes e “rindo até o canto da orelha”.
8 – Você não precisa saber cozinhar para organizar um jantar a luz de velas! Você pode pedir a comida em qualquer lugar (até pizza!), organizar a mesa, pegar um bom vinho e acender as velas! Chegamos em “alfa” com uma atitude romântica assim!
9 – Reparar a nossa lingerie nova é romântico! Colocamos para vocês e não podem querer só o que está embaixo! Look around!
10 – Palavras não bastam. Vocês precisam demonstrar com gestos, atitudes e iniciativas. Tem várias idéias românticas citadas acima! Use-as!
11 – Ser coberta de carinho (sem intenção de sexo) é romântico! Beijinhos, cafunés, abraços e toques. Há dias que só isso basta para nos deixar felizes.
12 – Pagar a conta é romântico! Não é porque a mulher é moderna e continua no seu projeto de emancipação social e financeira que não gostamos de atitudes cordiais, galanteadoras e gentis!
13 – Ser protegida por vocês é romântico! Somos bichinhos mimados! Por mais independente, emancipada e moderna que possamos ser, adoramos quando, de vez em quando, o nosso amor fica cheio de cuidados conosco.
14 – Ter a preocupação em nos dar prazer no sexo é romântico! Que mulher não gosta de um homem que as leva às alturas? Satisfazer uma mulher sexualmente só é possível quando o homem se preocupa com o prazer dela! Levar às alturas é preciso muito mais que o próprio ato.
15 – Receber elogios é romântico. Muitos homens depois de vários anos de relacionamento se esquecem que a mulherada adora ser reparada e receber elogios! Você acordou linda hoje! Você está sexy com essa lingerie! Ficou maravilhosa com esse vestido! Seus cabelos estão tão bonitos!
16 – Ser valorizada é romântico! Amamos ser valorizada por nosso trabalho, nossos projetos, nossa inteligência e nossas atitudes.
18 – Dividir as tarefas é romântico! Na hora de planejar uma viagem, um passeio, um casamento, as tarefas de casa, de efetuar pagamentos… Na verdade, quando o homem participa dessas pequenas coisas está em sintonia conosco. Fazendo o relacionamento realmente funcionar em função de um casal.
19 – Ser romântico não é ser machão! Brigão? Ciumento? Grosseirão do tipo: “- Essa mulher é minha!”? Atualize-se baby! Ninguém é dono de ninguém. Gostar de homens românticos não é ser submissa. Amar não é ser “pau mandado” de ninguém!
20 – Ser amigo e nos ouvir são românticos! Adoramos desabafar e falar. Fato. Queremos falar nossas alegrias, tristezas, problemas, dificuldades. Nada melhor que fazer isso com nosso maior ombro amigo – nosso companheiro. Para isso é preciso haver confiança, honestidade, respeito e carinhos mútuos!
Meninas, sugerem mais algum item para “encabeçar” a lista?  E vocês meninos? A listinha facilitou a vida? Deixe sua sugestão nos comentários abaixo.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Atividade do filme e do livro

Desculpem a todos pelo transtorno do filme. Mas muitos alunos estão com as cópias, portanto corram para copiar ou assitir com os colegas, pois ana segunda-feira(29/03) será a atividade avaliativa sobre o romance: Senhora e o filme: Proposta Indecente. Segue uma breve sinopse para vocês apreciarem.

Proposta Indecente

Proposta Indecente

Uma frase:

"Quando você ama uma pessoa tem que deixar ela ir, se um dia ela voltar, ela será sempre sua, se não, é porque nunca foi."

lançamento: 1993 (EUA)

direção: Adrian Lyne
atores: Robert Redford , Demi Moore , Woody Harrelson , Seymour Cassel , Oliver Platt
duração: 117 min
gênero: Drama
status: arquivado

sinopse:

Um casal enfrentando dificuldades financeiras resolve tentar a sorte em Las Vegas, mas nada consegue. No entanto, conhecem um milionário (Robert Redford) que oferece um milhão de dólares ao marido (Woody Harrelson) para permitir que sua mulher (Demi Moore) vá para cama com ele por apenas uma noite. De imediato há um choque por parte do casal, mas tal proposta significava o fim dos seus problemas. Só que eles não contavam com as consequências que tal oferta traria.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Sugestões de Sites para pesquisa Literatura

  1. http://www.releituras.com/
  2. http://www.tanto.com.br/
  3. http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/programas.htm
  4. http://www.secrel.com.br/jpoesia/

Sugestões de Bibliotecas virtuais

Sites de Bibliotecas Virtuais

  1. www.biblio.com.br
  2. www.bibvirt.futuro.usp.br
  3. http://www.dominiopublico.gov.br/